Vai Fluzão - Antônio Reis
Vou torcer para o Fluminense nesta sexta-feira na disputa do Mundial de Clubes contra o Manchester City. Vou torcer pelo clube brasileiro não por patriotada, nem por eurofobia, mas pela necessidade de tomar partido, sentimento que me aflora dependendo da fase da lua. Torço para um bicampeão Mundial, que quando entra em campo tem a maior torcida do mundo: os prós e os contras. Ainda assim não coço sarna alheia e torço para os esquadrões nacionais. Foi assim quando o São Paulo faturou o título em cima do Liverpool, em 2005, quando o Santos deu vexame contra o Barcelona, em 2011, sendo espinafrado e se comportando como fã clube do Messi. Até para o Palmeiras eu torci em 1999, quando perdeu o Mundial para o Manchester United em jogo disputado exatamente no dia em que fui demitido da Folha da Região. Desorientado e sem rumo, fui tomar um cafezinho no bar do seu Atílio (Afonso Pena com a Luís Pereira Barreto) e acabei por assistir à derrota alviverde. Confesso que torci por simpatia a São ...